ARTE. Há pelos menos dois traços de gênio neste filme de Scorcese. O primeiro, costumeiro para quem acompanha o diretor, é o ritmo excepcional impresso na "película". Neste caso, vem a calhar para representar a vida do escol milionário, que simplesmente passa por cima dos demais, com seus vícios e prazeres. A segunda genialidade, a forma com que o diretor é capaz de provocar comoção quanto ao destino do calhorda Jordan Belfort, representado talentosamente por Leonardo di Caprio. Filme obrigatório para quem gosta de cinema!
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