ARTE. É impressionante como já se é possível cosmetizar uma das maiores fissuras da cultura moderna, que foi o nazismo. Do tratamento de imagem ao roteiro - que derruba bons atores como Geofrey Rush e Emily Watson -, todo o filme parece ser feito para espectadores ansiosos por uma catarse qualquer, por um momento de beleza qualquer. A cena em que um menino de doze anos morre no meio de um "eu te amo" para a protagonista arrancou um "ridículo!" meu, que sou normalmente quieto. Não li o livro, mas o filme não vale o teu tempo!
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